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... Alguns comentários importantes

"É fato muito comum as pessoas comentarem sobre qualquer fenômeno
como se ele fosse um evento isolado, fechado sobre si mesmo.
Geralmente ignoram que a vida é uma complexidade
de causas e conseqüências."

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As pessoas tendem a considerar as questões de uso, abuso e dependência de drogas como algo relacionado unicamente a substância (atribuindo o "problema" às drogas - como se tivessem vida própria), ou ao indivíduo (rotulando-o de sem-vergonha, doente, desocupado, marginal, criminoso) ou a sociedade (conferindo todas as responsabilidades - e culpas - ao governo, ao traficante, à família). 

O uso, o abuso e a dependência de drogas não devem ser entendidos somente como uma causa ou uma conseqüência e, muito menos, como algo redutível a um fator específico. Isto ultrapassa os limites simplistas do senso comum. Suas possíveis causas e conseqüências estão referidas a uma articulação dinâmica entre as esferas biológica, psíquica e social. Assim, o ato de consumo de drogas de um indivíduo deve ser compreendido a partir:

dos problemas psicológicos que ele esteja enfrentando,

da tensão sócio-política e econômica que define sua sociabilidade,

da propriedade farmacológica das drogas.

Cabe ressaltar que qualquer substância não tem efeitos predeterminados sobre os indivíduos. Isto varia de acordo com cada situação específica. Do mesmo modo, um dado problema psíquico ou social não conduz, necessariamente, alguém para as drogas. Tudo depende de como cada um desses fatores estão dispostos na realidade.

Portanto, para diminuir o preconceito e o estigma em torno do fenômeno das drogas e de seus usuários, é fundamental que se faça uma discussão ampla e séria, tendo-se como referência a relação proveniente da interação entre o indivíduo, o meio social e a droga. 

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Se considerarmos apenas um dos tópicos acima, isoladamente, estaremos fazendo uma interpretação falha e incompleta da questão.

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