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Ações preventivas

Para o desenvolvimento de ações preventivas é necessário firmar bases objetivas e fundamentação para propostas de políticas que ofereçam espaços reais para um programa, relacionando-o sempre com o bem-estar e o desenvolvimento do indivíduo e da sociedade.

As ações preventivas têm como objetivos:

sensibilizar e capacitar os recursos humanos das instituições e grupos sociais envolvidos em programas de forma sistemática e contínua;

mobilizar a comunidade para as ações de prevenção;

desenvolver o processo de comunicação social.

De acordo com os níveis de intervenção, as ações preventivas são classificadas em: específicas e inespecíficas.

As ações específicas estão voltadas para a transmissão de informações, servindo de base para a criação de atitudes, valores e consolidação de comportamento.

O conteúdo desenvolvido nessas atividades está diretamente relacionado às drogas - conceitos, classificação, histórico, dados epidemiológicos, pesquisa etc. - e é o que dá fundamentação teórica ao conteúdo dos projetos.

Embora sejam indispensáveis para a fundamentação e prática de qualquer ação preventiva, a informação por si só não garante o êxito de um programa de prevenção: além da informação não conseguir prevenir nenhum comportamento pode, inclusive, ser contraproducente.

Portanto, deve-se ter muito cuidado em contextualizar e buscar a maior objetividade possível quando da utilização de ações específicas, eximindo-se de posições extremistas.

No que diz respeito às ações específicas de prevenção, existem dois tipos de perspectivas:

as que dizem respeito às informações sobre drogas, desenvolvidas através de cursos, seminários, material didático etc., visando informações objetivas e verdadeiras sobre as drogas, seus efeitos e conseqüências.

as que se referem à educação à saúde, dando enfoque para a saúde em geral, atuando pedagogicamente, transmitindo conhecimentos, criando atitudes, discutindo valores, com a finalidade de estabelecer comportamentos, hábitos e estilo de vida saudáveis.

As ações inespecíficas estão voltadas para as causas ou fatores que predispõem ao uso ou abuso de drogas, visando potencializar a capacidade preventiva da própria comunidade a partir da criação de uma mentalidade de participação ativa na dinâmica social.

Elas devem ser priorizadas a partir do diagnóstico da comunidade onde serão desenvolvidas. Os problemas detectados devem ser discutidos - buscando-se suas possíveis causas - e, as ações programadas, devem estar voltadas para impedir que estas se manifestem.

Este tipo de ação preventiva está relacionado de forma indireta com o uso de drogas e parte de situações aparentemente triviais, porém com força e peso suficientes para ter, por si só, capacidade preventiva.

Em um projeto de prevenção que tenha como linha a opção pela valorização da vida e melhoria da qualidade de vida, as ações inespecíficas devem ser priorizadas sem, contudo, esquecer-se das ações específicas.

As ações inespecíficas estão voltadas para temas abrangentes como: resgate da cidadania; questões do bem-estar social; sexualidade; opção profissional; discussão do Estatuto da Criança e do Adolescente; alternativas de lazer; a questão do prazer; família; escola; trabalho; grupos.

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